Heitor Marcelino Domingues
26.2.1910 - 25.4.1985
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Eternizar-se no coração de um povo. Ettore Marcelino Domingues – popularmente conhecido como Heitor – conseguiu este objetivo. Exemplo de disciplina, dedicação e superação, perpetua-se há quase um século como o maior artilheiro da história de uma das principais equipes de futebol do mundo o Palestra Italia-Palmeiras. Símbolo de amor ao esporte e a uma instituição. Marcou toda uma geração palestrina dos anos 20 e 30. Rivalizou a popularidade com o genial Friedenreich – o qual era grande amigo - e com ele fez dupla nas seleções e combinados paulista e brasileiro da época. Mantinha a fisionomia sempre alegre. Esta mesma alegria dividia com a gente esmeraldina a cada gol ou conquista alcançada pelo seu clube. Quando o “onze” de Heitor entrava em campo, a geral vinha abaixo. Palestra Italia e Heitor se confundiam no início dos tempos. Era uma simbiose. Era a expressão de um sentimento materializado em forma de jogador. Suas qualidades não se restringiam apenas ao esporte das multidões. Em sua história reservou espaço também para a prática do Tênis de Mesa, Voleibol e Basquete todos vestindo a camisa alvi-verde, bem como dedicou-se a ingrata função de juiz de futebol. Neste âmbito, devido a sua seriedade e qualidade na condução do jogo, foi escolhido para arbitrar a partida inaugural do charmoso e eterno Estádio Municipal do Pacaembu. Inaugurou também o romântico Estádio Conde Rodolfo Crespi, do Clube Atlético Juventus, na italianíssima e querida Mooca, entre outros feitos. Sem dúvida alguma, Heitor foi um personagem único. Um multi-esportista dos mais respeitados.
Fernando Galuppo Jogos: 358 de 1916 a 1931 Gols: 327 - O maior artilheiro da história da S. E. Palmeiras Média de gols: 0,91 gols por jogo Maior artilheiro do Estádio Palestra Italia: 185 gols |


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“Valente, bravo e destemido guerreiro do Palestra Italia – Palmeiras e do Brasil. Um dos melhores atacantes do mundo em todos os tempos. Habilidoso, técnico e preciso, todos os adversários temiam a sua fúria de guerreiro fogoso. O primeiro goleador que abriu as portas do Palestra Italia para o mundo.
Descendente de
espanhóis e italianos que foi o símbolo maior e mais brilhante dos
ítalos-brasileiros, que proclamaram em São Paulo a independência do
Palestra Italia na América do Sul e no mundo.
“Ettore” como era chamado carinhosamente pelos italianos, foi uma fortaleza inteligente e sutil preparado para destruir os rascistas psicopatas que tentavam menosprezar a cultura da imigração italiana no Brasil.
Excelente cabeceador, veloz nas arrancadas curtas e longas, driblava em “zigue-zague” e possuía força e equilíbrio nas disputas corpo-a-corpo com os zagueiros inimigos. Heitor era puro instinto e adrenalina. Seu chute com ambas as pernas era forte e colocado. Atento e familiarizado com o descortinamento do jogo, seu sentido de colocação e localização na área era fabuloso. Ele dominava, criava e recriava espaços.
Seu futebol era tão grande e completo, que parecia um foguete disparado, destinado a viagens espaciais interplanetárias, moldando a idéia do tempo e das pessoas.
Craque genial, diziam os torcedores do Palestra Italia que Heitor possuia nas veias o sangue dos legionários romanos que conquistaram o mundo.
Heitor foi o maior artilheiro do Palestra-Palmeiras, anotando mais de 300 gols com a camisa do clube, mas é bem provável, de acordo com depoimentos da época , que ele tivesse ultrapassado os 600 tentos. Jogador com sede de vitórias, conquistou por quatro vezes o tão difícil e disputado Campeonato Paulista, em 1920, 1926, 1926 (extra) e 1927, o Campeonato Estadual em 1926 e 1927, o Campeonato Honorário Brasileiro, em 1926, e quatro vezes o Campeonato Brasileiro de seleções por São Paulo, em 1922, 1923, 1926 e 1929, entre outros.
Ao lado do grandioso Bianco, foi o primeiro jogador do Palestra Italia que foi convocado para a seleçao Brasileira, vencendo brilhantemente o Sul-Americano de 1919, no Brasil, que teve a importância de um título mundial para a nação.
Heitor formou a lado do estupendo Neco e do genial Friedenreich, um dos melhores trios de meia-atacantes da história do futebol mundial em todos os tempos. Como era belíssimo assistir as tabelas e triangulações realizadas pelos três mágicos da bola. “Ettore” foi duas vezes artilheiro máximo do campeonato paulista em 1926 e 1928.
Seu olhar, sua garra e seu talento fulminavam os zagueiros que o perseguiam em campo. Detonador de defesas, infiltrava-se como se fosse um guardião iluminado nas trincheiras inimigas. Tão craque que ele conseguia fazer o povo brasileiro entender todas as formas criativas de culturas.
Foi um transformador evolutivo de todos os modos e formas de categorias e estilos que começavam a nascer nos campos de futebol de todo o Brasil.
Heitor era um matador sentimental. Um Deus humilde a serviço da teogonia mundial. Criador com a sua arte, dos sonhos, dos destinos e das sagradas contendas do futebol brasileiro.
Puro e digno rival do genial Arthur Friedenreich, Heitor tinha dois apelidos carinhosos “orgulho italiano” e “fibra de valente”. Querido e amado por todos, ele sempre assumiu responsabilidades ao longo da carreira e da vida.
Amou o futebol e nunca aceitou dinheiro para entrar em campo. Dizia que o dinheiro manchava a honra e o espírito do futebol. Heitor amou o Palestra Italia-Palmeiras como se o clube fosse o prosseguimento de sua própria família, atuando de 1916 a 1931. No Palestra atuou ao lado de grandes craques, tais como: Bianco, Imparato, Xingo, Amílcar, Serafini, Tedesco, Primo, etc.
Jogador que chorava , brigava e morria pelo Palestra. Não media consequências e entregava-se totalmente. Era integral, perfeito e total. O campo de futebol e principalmente a grande área eram a sua arena de vida ou morte. Diferente e maravilhoso, sua vontade na luta pelo seu ideal comovia a todos. Heitor conseguia romper os vínculos positivistas e burgueses da história antiga, média, moderna e contemporânea. Fazia da sua luta pessoal em campo, uma batalha épica, com um novo sentido e um novo modo de entendimento e de aceitação.
Heitor possuia um futebol tão talentoso, abrangente e forte que fazia lembrar grandes teatrólogos da Grécia Antiga, como: Ésquilo (525 a 456 a.C.), Sófocles (496 a 406 a.C.) e Eurípedes (480 a 406 a.C.). Monumental e inigualável, seu futebol revelava uma consciência corporal e uma inteligência superior que não permitiam o nivelamento por baixo, tanto espiritual como artístico do homem. Heitor era protetor da decência, da moral, da arte e da simplicidade.
Conhecedor, criador e inovador de todas as complexidades da vida na terra, ele conseguiu unir dois povos irmãos, os italianos e os brasileiros em um único sentimento, o de amor ao futebol.
Heitor foi o idealizador e o controlador do tempo, das horas e do batimento cardíaco no futebol brasileiro. Criava sem fabricar, amava sem pensar, lutava sem temer. Deu a vida pelo Palestra Italia, pela Seleção Paulista e pelo selecionado nacional. Heitor existiu e sempre existirá e seu futebol era infinitamente perfeito.
Grande homem e companheiro, foi um modelo, um exemplo e um símbolo.
Foi um Rei, um mito e uma das maiores e mais gloriosas legendas do futebol mundial em todos os tempos.
Salve, Heitor! Viva, Heitor!”
Luciano Ubirajara Nassar professor de história, geografia, filosofia e escritor
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Campeões Paulista de Basquete - 1928
Vicente Caropreso, Heitor Marcelino, Oscar Paolillo, De Lucca (Quillin), Renato Polillo, Armando de Lucca e Paulo Butrício, diretor.
Conquista de Heitor no Basquete:
1928... Campeão Paulista 1928... Taça AASP 1929... Campeão Paulista |
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Seleção Brasileira Marcos (g), Bianco e Píndaro; Sérgio, Amílcar e Forte; Milton, Heitor, Neco Friedenreiche e Arnaldo. |
Seleção Paulista
Athiê (G), Grané e Bianco; Pepe, Amílcar e
Serafini, |
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| Campeão Paulista | Campeão Paulista |
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| Campeão Paulista | Último ano como atleta |
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Marcas Históricas em defesa do Palestra Italia |
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Heitor faz sua estréia como jogador do Palestra Italia |
1916 |
Palestra Italia |
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Heitor marca seu primeiro gol pelo Palestra Italia |
1916 |
Palestra Italia |
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Heitor marca o primeiro gol da história do Estádio da Ponte Grande que pertencia ao S. C. Corinthians, em sua inauguração |
1918 |
Palestra Italia |
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Heitor participa da partida de Inauguração do Estádio da Rua Cesário Ramalho, pertencente ao União Recreativa do Cambucy |
1919 |
Palestra Italia |
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Heitor participa da partida de Inauguração do Campo do Artes Gráficas localizado na Av. Rodrigues Alves |
1920 |
Palestra Italia |
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Heitor marca, de cabeça, o primeiro gol na história do Estádio Palestra Italia, tendo o Palestra como seu proprietário |
1920 |
Palestra Italia |
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Heitor marca seis gols e registra um recorde individual na história do Palestra Italia, tornando-se o jogador que marcou o maior número de gols numa só partida, o qual permanece insuperável até hoje |
1920 |
Palestra Italia |
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Heitor participa da primeira partida do Palestra Italia no exterior |
1925 |
Palestra Italia |
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É Inaugurado um retrato de Heitor na sede do Palestra Italia, por sua diretoria, em homenagem aos bons serviços prestados ao clube |
1925 |
Palestra Italia |
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Heitor é o artilheiro máximo do Campeonato Paulista |
1926 |
Palestra Italia |
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Heitor e seus companheiros palestrinos vencem pela primeira vez a Tríplice Coroa |
1927 |
Palestra Italia |
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Heitor é o cestinha de uma partida de basquete, pela primeira vez, ao anotar 7 pontos diante do C.A. Ypiranga, pelo Campeonato Paulista de Segundo Quadros |
1927 |
Palestra Italia |
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Heitor joga a Primeira partida internacional de basquete realizada no Estado de São Paulo, defendendo a equipe do Palestra Italia diante do Peñarol Universitário do Uruguai |
1928 |
Palestra Italia |
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Heitor é o primeiro atleta da capital de São Paulo a vencer o Campeonato da Cidade por duas modalidades diferentes: Futebol (1920, 1926, 1927) e Basquete (1928 e 1929). |
1928 |
Palestra Italia |
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Heitor é artilheiro máximo do Campeonato Paulista |
1928 |
Palestra Italia |
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Heitor participa da primeira partida internacional de basquete realizada no Estado de São Paulo, envolvendo Palestra Italia e Peñarol Universitário-URU |
1928 |
Palestra Italia |
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Heitor é o cestinha de uma partida de basquete ao anotar 15 pontos diante da Portuguesa de Desportos, pelo Campeonato Paulista |
1928 |
Palestra Italia |
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Heitor marca o gol de número 327 com a camisa do Palestra Italia, o último de sua gloriosa carreira como atleta semi-profissional |
1931 |
Palestra Italia |
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Heitor encerra a carreira como jogador de futebol |
1931 |
Palestra Italia |
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Heitor e companheiros de 1927 |
Heitor juiz |
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“O tempo só não apaga aquilo que é construído com grandeza e luminosidade. Heitor Marcelino escreveu seu nome com letras douradas no livro da eternidade. Afirmam os espíritos românticos que a magia do seu futebol arrebatava multidões e transformava o Palestra Itália num time dos sonhos. Foi o primeiro grande ídolo da torcida palestrina que conseguiu reunir em sua arte o instinto goleador e a técnica dos jogadores cerebrais. Hoje, vestindo o manto da seleção do céu continua a desfilar sua classe nos jardins da imortalidade, carregado em triunfo por multidões entusiastas de anjos pelas alamedas da Glória, mas conservando em seu coração a humildade dos gênios e a serenidade das almas vencedoras.”
Henrique Campi Neto –
Historiador de Futebol |
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Heitor com a esposa |
Heitor com o neto |
| Conquistas: Títulos e Troféus: | ||
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Taça Comendador Caetano Pepe |
1917 |
Palestra Italia |
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Festival Santos-Pró Pátria |
1917 |
Palestra Italia |
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Taça José Castelhano |
1917 |
Palestra Italia |
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Troféu Café Java |
1917 |
Palestra Italia |
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Taça Henrique Catalano |
1917 |
Palestra Italia |
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Taça Amyris |
1917 |
Palestra Italia |
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Taça Luciano |
1917 |
Palestra Italia |
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Medalha de Revelação do Campeonato Paulista |
1917 |
Palestra Italia |
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Campeão Honorário do Brasil |
1918 |
Palestra Italia |
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Taça Jornal do Commércio |
1918 |
Palestra Italia |
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Troféu da Associação dos Chronistas Sportivos |
1918 |
Palestra Italia |
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Torneio de Outono |
1918 |
Palestra Italia |
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Taça Caridade |
1918 |
Palestra Italia |
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Taça Nociti |
1918 |
Palestra Italia |
|
Taça Campinas |
1918 |
Palestra Italia |
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Taça Initium |
1918 |
Palestra Italia |
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Troféu América Paulista |
1918 |
Palestra Italia |
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Taça Diário Popular |
1918 |
Palestra Italia |
|
Taça Touring |
1918 |
Palestra Italia |
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Taça Nico |
1918 |
Palestra Italia |
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Taça Falchi |
1918 |
Palestra Italia |
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Troféu Frederico Steidell |
1918 |
Palestra Italia |
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Taça Stadium Paulista |
1918 |
Palestra Italia |
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Taça Sudan |
1918 |
Palestra Italia |
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Taça Colonia Italiana |
1918 |
Palestra Italia |
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Taça de Prata |
1918 |
Palestra Italia |
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Campeão do Primeiro Turno do Campeonato Paulista |
1919 |
Palestra Italia |
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Taça Cruz Vermelha Brasileira |
1919 |
Palestra Italia |
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Taça Henrique Mortari |
1919 |
Palestra Italia |
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Taça Montenegro |
1919 |
Palestra Italia |
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Taça Pinoni |
1919 |
Palestra Italia |
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Taça Olavo Bilac |
1919 |
Palestra Italia |
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Taça Gennaro Falci |
1919 |
Palestra Italia |
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Taça Castelões |
1919 |
Palestra Italia |
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Taça Confraternização dos Povos |
1919 |
Palestra Italia |
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Taça Circolo Italiano Uniti |
1919 |
Palestra Italia |
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Campeão Paulista |
1920 |
Palestra Italia |
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Campeão Estadual |
1920 |
Palestra Italia |
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Campeão do Primeiro Turno do Campeonato Paulista |
1920 |
Palestra Italia |
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Taça Pietro Ruggeri |
1920 |
Palestra Italia |
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Taça Matarazzo |
1920 |
Palestra Italia |
|
Taça Benedito Montenegro |
1920 |
Palestra Italia |
|
Taça Holmberg Bech |
1920 |
Palestra Italia |
|
Taça Charitas |
1920 |
Palestra Italia |
|
Taça São Paulo Sportivo |
1920 |
Palestra Italia |
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Taça Rio de Janeiro |
1920 |
Palestra Italia |
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Taça Mendicidade |
1920 |
Palestra Italia |
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Taça Unioni dei Viaggiatori Italiani |
1921 |
Palestra Italia |
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Taça Catalani |
1921 |
Palestra Italia |
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Taça Societa Italiana di Mutuo Soccorso |
1921 |
Palestra Italia |
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Taça Mogyana |
1921 |
Palestra Italia |
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Taça Casa Roque de Marco |
1921 |
Palestra Italia |
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Taça Dr. Machado Lima |
1921 |
Palestra Italia |
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Taça Circolo Italiano de Ribeirão Preto |
1921 |
Palestra Italia |
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Taça Guarani |
1922 |
Palestra Italia |
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Taça Botafogo |
1922 |
Palestra Italia |
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Taça Concórdia |
1922 |
Palestra Italia |
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Taça Itapira |
1922 |
Palestra Italia |
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Taça Piccotti |
1922 |
Palestra Italia |
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Taça Societá Italiana di Beneficenza |
1922 |
Palestra Italia |
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Taça Orminda O'Valle |
1923 |
Palestra Italia |
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Taça Zezé Leone |
1923 |
Palestra Italia |
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Taça Attilio Narâncio |
1923 |
Palestra Italia |
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Taça Maternidade de São Carlos |
1924 |
Palestra Italia |
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Taça David Picchetti |
1924 |
Palestra Italia |
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Taça Cavalheiro De Vivo |
1924 |
Palestra Italia |
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Taça Centenário de São João |
1924 |
Palestra Italia |
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Taça Amílcar Barbuy |
1924 |
Palestra Italia |
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Taça Joaquim F. Bicudo |
1924 |
Palestra Italia |
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Taça Elpídio de Paiva Azevedo |
1924 |
Palestra Italia |
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Taça King |
1924 |
Palestra Italia |
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Taça Palmeiras |
1924 |
Palestra Italia |
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Taça Guazzelli |
1924 |
Palestra Italia |
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Taça Altivez |
1924 |
Palestra Italia |
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Taça Conde Matarazzo |
1924 |
Palestra Italia |
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Taça São Bento |
1925 |
Palestra Italia |
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Taça Delphim Braga |
1925 |
Palestra Italia |
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Taça Prefeitura de São Paulo |
1925 |
Palestra Italia |
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Taça Omaggio Del Circolo Italiano De Montevideo |
1925 |
Palestra Italia |
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Campeão Paulista - Invicto |
1926 |
Palestra Italia |
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Campeão Paulista Extra - Invicto |
1926 |
Palestra Italia |
|
Campeão Estadual |
1926 |
Palestra Italia |
|
Taça Ballor |
1926 |
Palestra Italia |
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Campeão Brasileiro CBD - Torneio de Campeões SP-RJ |
1926 |
Palestra Italia |
|
Taça Fiat |
1926 |
Palestra Italia |
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Taça Colônia Gaúcha |
1926 |
Palestra Italia |
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Campeão do Torneio Início do Campeonato Paulista |
1927 |
Palestra Italia |
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Campeão Paulista |
1927 |
Palestra Italia |
|
Campeão Estadual |
1927 |
Palestra Italia |
|
Taça Kfouri |
1927 |
Palestra Italia |
|
Taça Sul-América |
1927 |
Palestra Italia |
|
Taça Sociedade Italiana Cesare Baptisti |
1927 |
Palestra Italia |
|
Taça Umberto Delboni |
1927 |
Palestra Italia |
|
Taça A Preferida |
1927 |
Palestra Italia |
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Troféu Lúcio Veiga |
1927 |
Palestra Italia |
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Taça Ballor |
1928 |
Palestra Italia |
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Taça Botucatu |
1928 |
Palestra Italia |
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Taça Prefeitura de Jaú |
1928 |
Palestra Italia |
|
Taça Luso-Italiana |
1928 |
Palestra Italia |
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Taça Marquez de Pinedo |
1928 |
Palestra Italia |
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Taça Conde Matarazzo |
1929 |
Palestra Italia |
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Taça J. Dias Caputo |
1929 |
Palestra Italia |
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Taça Associazone Generalli |
1929 |
Palestra Italia |
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Campeão do Torneio Início do Campeonato Paulista |
1930 |
Palestra Italia |
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Taça Humberto I |
1930 |
Palestra Italia |
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Taça Dr. Júlio Prestes |
1930 |
Palestra Italia |
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Taça Presidente Hoover |
1930 |
Palestra Italia |
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Troféu Lineu Prestes |
1930 |
Palestra Italia |
|
Taça Amizade |
1930 |
Palestra Italia |
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Taça Neon Brasil |
1930 |
Palestra Italia |
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Taça Luiz Astorri |
1931 |
Palestra Italia |
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Taça Pino Hauzer |
1931 |
Palestra Italia |
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Taça 14 de Julho |
1931 |
Palestra Italia |
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Taça Diário Nacional |
1931 |
Palestra Italia |
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Festival de Aniversário do Syrio |
1931 |
Palestra Italia |
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Torneio Estadual Pró-Estádio |
1931 |
Palestra Italia |
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Medalha do Festival em benefício das obras da catedral de São Paulo |
1931 |
Combinado Palestra Italia/ |
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Heitor e Thomaz Mazzoni
O Palestra entra em campo, sem o veterano jogador e... nada faz. Todos gritam contra a exclusão de Heitor; todos juram que não desejaram a sua saída! E, um prélio depois, lá aparece o manhoso, disposto a levar a sério o jogo. Todos ficaram satisfeitos, por que Heitor, que quando quer sabe se reabilitar, faz manchar direitinho o “onze”. Assim, de fato é o que acontece. Essa história de “tira e ponha”, com o veterano campeão, é muito velha. Começou em 1923, se não nos falha a memória.
Imaginem pois: há oito anos passados Heitor já fora ‘barrado”, para “ser substituído por um jogador de mais futuro, mais entusiasmo...” O substituto, porém, não ‘foi lá das pernas” e cedeu novamente o posto à Heitor, logo que a turma não jogou bem, talvez logo na primeira vez que um dos que ao surgirem, “parou” Heitor.
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pesquisa: Livro Alma Palestrina - Editora Leitura - Autor: Fernando Razzo Galuppo